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1.
Rio de Janeiro; s.n; 2022. 59 f p. tab, graf.
Thesis in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1398091

ABSTRACT

Os pacientes em cuidados paliativos (CP) oncológicos têm uma carga de sintomas alta e a tendência a perder a capacidade funcional. Nesta dissertação buscou-se avaliar o papel da carga de sintomas e a capacidade funcional como fatores prognósticos em pacientes em CP oncológicos. Foi realizado um estudo de coorte retrospectivo observacional realizado em uma unidade de cuidados paliativos pública. Para o cálculo da sobrevida, foi utilizado o método Kaplan-Meier e o modelo hazards proporcionais de Cox estratificado por sexo para analisar o poder preditivo da capacidade funcional e da carga de sintomas na sobrevida, avaliados pelo Karnofsky Performance Status (KPS) e da Edmonton Symptom Assessment System (ESAS) respectivamente. Foram incluídos no estudo 404 pacientes, verificou-se que o KPS 30 - 50% apresentou maior associação com o risco de morrer tanto em mulheres (HR ajustada 1,84 IC 95% 1,33-2,54) quanto em homens (HR ajustada 3,07 IC 95% 2,14 -4,41). O e o escore total da ESAS moderada/intensa também mostrou relação com a sobrevida mais curta para ambos os sexos (mulheres: HR ajustada 1,56 IC 95% 1.15-2,11; homens: HR ajustada 2,27 IC 95% 1,60 ­ 3,20). A respeito dos sintomas individuais houve diferenças entre mulheres e homens em relação à associação com o pior prognóstico para mulheres e homens, respectivamente: dor moderada/intensa (HR ajustada 1.38 IC 95 % 1.02-1.87; HR ajustada 2.15 IC 95 % 1.53- 3.02 ), fadiga moderada/intensa (HR ajustada 1.97 IC 1.43-2.72; HR ajustada 2.24 IC 95 % 1.74-3.86 ) e dispneia (HR ajustada 1.68 IC 95% 1.17- 2.43; HR ajustada 2.51 IC 95% 1.64 -3.86 ) Neste estudo pode-se ratificar o papel do KPS e da carga de sintomas como fatores prognósticos independente. Com base nestas informações, foi possível instrumentalizar os profissionais de saúde indícios a respeito do quadro clínico e prognóstico do paciente, contribuindo para a elaboração das prioridades e objetivos no planejamento do plano de cuidados em uma consulta ambulatorial.


Patients in palliative care (PC) oncology have a high burden of symptoms and a tendency to lose functional capacity. In this dissertation we sought to evaluate the role of symptom burden and functional capacity as prognostic factors in patients in PC oncology. A retrospective observational cohort study was conducted in a public palliative care unit. The Kaplan-Meier method and Cox proportional hazards model stratified by sex were used to calculate survival to analyze the predictive power of functional capacity and symptom burden on survival, as assessed by the Karnofsky Performance Status (KPS) and the Edmonton Symptom Assessment System (ESAS) respectively. 404 patients were included in the study, KPS 30 - 50% was found to have a greater association with the risk of dying in both women (adjusted HR 1.84 95% CI 1.33-2.54) and men (adjusted HR 3.07 95% CI 2.14 -4.41). The and the moderate/intense ESAS total score also showed a relationship with shorter survival for both genders (women: adjusted HR 1.56 95% CI 1.15-2.11; men: adjusted HR 2.27 95% CI 1.60 - 3.20). Regarding individual symptoms there were differences between women and men regarding the association with the worst prognosis for women and men, respectively: moderate/intense pain (adjusted HR 1.38 95% CI 1.02-1.87; adjusted HR 2.15 95% CI 1.53- 3. 02 ), moderate/intense fatigue (adjusted HR 1.97 CI 1.43-2.72; adjusted HR 2.24 CI 95 % 1.74-3.86 ) and dyspnea (adjusted HR 1.68 CI 95% 1.17- 2.43; adjusted HR 2.51 CI 95% 1.64 -3.86 ) In this study the role of KPS and symptom burden as independent prognostic factors can be ratified. Based on this information, it was possible to provide health professionals with indications regarding the clinical condition and prognosis of the patient, contributing to the elaboration of priorities and objectives in the planning of the care plan in an outpatient consultation.


Subject(s)
Humans , Palliative Care , Terminal Care , Neoplasms/diagnosis , Neoplasms/therapy , Prognosis , Quality of Life
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